Paulista recebe as reliquias dos Santos João XXIII e João Paulo II



Reliquias dos Santos João XXIII e João Paulo II



A cidade de paulista se prepara para receber as relíquias dos santos João XIII e João Paulo II dois grandes papas de forte influencia na vida da Igreja Católica. A relíquias  é um fragmento de osso ou um objeto que tenha alguma relação com um(a) Santo(a), aos quais os católicos prestam veneração ou reverência, o costume das relíquias dos santos vem desde o início do cristianismo. Primeiramente os mártires foram cultuados; o povo de Deus recolhia seus corpos e os sepultava com reverência. As sepulturas dos mártires eram visitadas por peregrinos; muitos queriam ser sepultados junto a um mártir pois julgavam que este mais intercederia por eles no Céu.
A Arquidiocese de Olinda e Recife promove a peregrinação das relíquias de São João XXIII e São João Paulo II às paróquias de suas jurisprudência, as relíquias trata-se de um fragmento ósseo do São João XXIII e gotas de sangue de São João Paulo II, a iniciativa partiu do arcebispo metropolitano, Dom Fernando Saburido no ultimo dia 8 de junho em 2014.

Na cidade de Paulista a relíquia percorre todas as Igrejas Matrizes do município nos meses de outubro e novembro;
09 a 15 de Outubro: Igreja Nª Sª Aparecida- Janga
16 a 22 de Outubro: Igreja Nª Sª do Ó – Pau Amarelo
30 de outubro a 03 de Novembro: Igreja São Francisco de Assis -  Torres Galvão
03 a 08 de Novembro: Igreja Santa Isabel Rainha de Portugal - Centro
03 a 13 de Novembro: Igreja Nª Sª de Fátima - Paratibe


No próximo dia 03 de novembro acontece a caminhada de recepção das relíquias no Centro da cidade, a concentração acontece as 18h em frente a Prontoclinica Torres Galvão (antiga Unidade Mista de Saúde) e percorre o trajeto até a Igreja Matriz na qual segue por programação interna de visitação. No dia 08 (domingo) as relíquias serão transladadas para a Igreja Nª Sª de Fátima em Paratibe a partir das 17h, depois de Paulista, a cidade de Abreu e Lima acolhe as relíquias dos Santos nas igrejas de sua circuncisão. 

Tríduo da Bíblia





Tríduo da Bíblia Sagrada

Local: Igreja Jesus Redentor - Maranguape II

1º Dia do Tríduo
Quarta – 23/09 às 19:30
Abertura com Missionário Carlos
Grupos Responsáveis: Estudo Bíblico, E.C.C, Catequese, Ministros, Crisma e Terço dos Homens

2º Dia do Tríduo
Quinta – 24/09 às 19:30
Momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento
Grupos Responsáveis: Água Viva, M.E.J, Apostolado, Perseverança, Terço Meditado, Mãe Rainha e GACUF.

3º Dia do Trídua
Sexta – 25/09 às 19:30
Encerramento
Grupos Responsáveis: Pastoral da Família, Sopão, Terço da Libertação, Cenáculo, Aliança com Deus, JUMAPA.

Sábado – 26/09 às 18:00
Caminhada com a Bíblia Sagrada

Saindo da Casa do Srº Valdir até a Igreja, onde teremos a celebração da Palavra.

Semana de Oração pelos dizimistas inicia na próxima semana.




A Pastoral do Dizimo de nossa Paróquia inicia neste domingo a Semana de Oração pelos Dizimistas de 13 a 20 de Setembro.



A abertura da semana de oração começa nas igrejas de nossa paróquia em suas celebrações dominicais, ao longo da semana nas igrejas que celebram a eucaristia e a Palavra. Membros da Pastoral do Dizimo animarão a semana com mensagens especiais ao atuais dizimistas e aos fieis que ainda não são dizimistas; na liturgia (nas preces) serão voltadas pela fieis dizimistas.



PROGRAMAÇÃO:

Domingos (13): Abertura nas Igrejas da paroquia.

Terça- Feria (14): Maranguape II - 19h30min
                             Eng. Maranguape - 19h30min.

Quarta- Feira (15): Maranguape I - 19h30min.
                               Alameda - 19h30min.

Quinta- Feira (16): Jd. Maranguape - 16h30min.
                               Centro - 19h30min.

Sexta- Feira (17): Nobre - 19h30min.

Sábado (18): Eng. Maranguape- 18h
                      Alameda - 19h30min.
                      Centro - 19h30min.

Domingo (19): Centro 07h e 17h30min.
                        Maranguape I - 08h:40min
                        Maranguape II - 07h:30min e 19h30min
                        Jd. Maranguape - 19h30min.


ORAÇÃO DO DÍZIMISTA

Recebei, Senhor, minha oferta! Não é esmola, porque não sois mendigo. Não é contribuição, porque não precisais. Não é o resto que me sobra que Vos ofereço. Essa importância representa meu reconhecimento, meu amor. Pois, se tenho é porque me deste. Amém

ENTREVISTA COM O PADRE IVAN - 354ª FESTA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES


CHAMADA PARA O 4º DIA DA FESTA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES 2015


29 de Agosto, martírio de São João Batista o último e maior dos profetas.

 
 
De altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo
 
Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista…De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar.” (Mt 11,11-14)
 
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem “precedeu” como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
 
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: “Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente…” ( Lc 1, 15)
 
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades – sua cunhada – e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: “Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista” (Mc 6,25)
 
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
 
São João Batista, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova.

21º DOMINGO DO TEMPO COMUM | ANO B



PRIMEIRA LEITURA 
(JS 24,1-2A.17-17.18B)

Leitura do Livro de Josué:
Naqueles dias, 1 Josué reuniu em Siquém todas as tribos de Israel e convocou os anciãos, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus.
2a Então Josué falou a todo o povo:
15 “Se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses, a quem vossos pais serviram na Mesopotâmia, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor”.
16 E o povo respondeu, dizendo: “Longe de nós abandonarmos o Senhor para servir a deuses estranhos. 17 Porque o Senhor, nosso Deus, ele mesmo é quem nos tirou, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da escravidão. Foi ele quem realizou esses grandes prodígios diante de nossos olhos, e nos guardou por todos os caminhos, por onde peregrinamos, e no meio de todos os povos pelos quais passamos. 18b Portanto, nós também serviremos ao Senhor, porque ele é o nosso Deus”.
— Palavra do Senhor.

 Graças a Deus!

SALMO 
(33)

— Provai e vede quão suave é o Senhor!
— Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo,/ seu louvor estará sempre em minha boca./ Minha alma se gloria no Senhor,/ que ouçam os humildes e se alegrem!
— O Senhor pousa seus olhos sobre os justos,/ e seu ouvido está atento ao seu chamado;/ mas ele volta a sua face contra os maus,/ para da terra apagar sua lembrança.
— Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta/ e de todas as angústias os liberta./ Do coração atribulado ele está perto/ e conforta os de espírito abatido.
— Muitos males se abatem sobre os justos,/ mas o Senhor de todos eles os liberta./ Mesmo os seus ossos ele os guarda e os protege,/ e nenhum deles haverá de se quebrar.
— A malícia do iníquo leva à morte,/ e quem odeia o justo é castigado./ Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos,/ e castigado não será quem nele espera.


SEGUNDA LEITURA 
(EF 5,21-32)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios:
Irmãos: 21 Vós, que temeis a Cristo, sede solícitos uns para com os outros. 22 As mulheres sejam submissas aos seus maridos como ao Senhor. 23 Pois o marido é a cabeça da mulher, do mesmo modo que Cristo é a cabeça da Igreja, ele, o Salvador do seu Corpo. 24 Mas, como a Igreja é solícita por Cristo, sejam as mulheres solícitas em tudo pelos seus maridos.
25 Maridos, amai as vossas mulheres, como o Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. 26 Ele quis assim torná-la santa, purificando-a com o banho da água unida à Palavra. 27 Ele quis apresentá-la a si mesmo esplêndida, sem mancha nem ruga, nem defeito algum, mas santa e irrepreensível. 28 Assim é que o marido deve amar a sua mulher, como ao seu próprio corpo. Aquele que ama a sua mulher ama-se a si mesmo.
29 Ninguém jamais odiou a sua própria carne. Ao contrário, alimenta-a e cerca-a de cuidados, como o Cristo faz com a sua Igreja; 30 e nós somos membros do seu corpo!
31 Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne. 32 Este mistério é grande, e eu o interpreto em relação a Cristo e à Igreja.
— Palavra do Senhor.
 Graças a Deus!

EVANGELHO 
(JO 6,60-69)

O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 60 muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?”
61 Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? 62 E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? 63 O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64 Mas entre vós há alguns que não creem”.
Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo.
65 E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim, a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. 66 A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67 Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?”
68 Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69 Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”.
— Palavra da Salvação.
 Glória a vós, Senhor!

HOMILIA

“Palavras de Vida Eterna” 
Palavra dura de escutar
A opção por Cristo não um peso, mas uma libertação. É uma escolha que exige deixar os muitos deuses. Josué continua na disposição de servir o Senhor. Ao escolher Jesus, os discípulos são desafiados a um novo modo de vida a partir de Jesus. Isso exige fé e entrega. No ensinamento sobre o Pão da Vida, muitos dos discípulos que O escutaram disseram: “Esta Palavra é dura! Quem pode escutá-la?” O sentido dessa palavra (dabar), em hebraico, significa duro de compreender e de escutar. É dura porque envolve ver e praticar. Era abominável para o judeu beber sangue e comer a carne de alguém.
Em segundo, como aceitar que um homem como nós se põe como Deus? Vemos na prática que os cristãos mantêm a recusa dessas palavras duras e não se aproximam da Eucaristia. Pior, é tomar a Eucaristia sem perceber sua intensidade espiritual e a conseqüência humana. Se eles se escandalizaram com o discurso do Pão da Vida, mais ainda se escandalizarão quando Jesus subir ao Céu. Como um homem pode ir ao Céu glorificado?  Jesus responde a esses questionamentos apresentando que o que se refere a Deus, somente se entende a partir do Espírito Santo.
Afirma: “O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada” (Jo 6,63). Somente o Espírito pode fazer-nos compreender que a Eucaristia, pão e vinho consagrados, são o Corpo e Sangue do Senhor Jesus em seu Mistério Pascal de vida, morte e ressurreição. Por isso Jesus ensina: “As palavras que digo são espírito e vida” (63). Ninguém pode vir a mim, a não ser que lhe seja concedido pelo Pai (65). Até entre os discípulos mais próximos, os apóstolos, há os que não acreditavam apesar de tudo o que Jesus demonstrara.
Tu és o Santo de Deus
         Ao ver que muitos se afastavam Dele, pergunta aos discípulos: “Vós também não quereis ir embora?” (67). Em nome de todos Pedro responde: “A quem iremos, Senhor? Só Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que Tu és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69). É a entrega de fé. É a resposta a todo o mistério da Eucaristia. Assim foram também as palavras de Josué: “Nós serviremos ao Senhor porque Ele é nosso Deus” (Js 24,18b)  Nós imploramos para dar a mesma resposta: “Dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo fixemos nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias” (Oração). Deus não obriga a servi-Lo como diz Josué: “Se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses a quem vossos pais serviram na Mesopotâmia ou aos deuses dos amorreus?” (Js 24,15). Nosso Deus faz hoje a mesma pergunta não impondo, mas propondo um caminho. Atualmente vemos que muitos se afastam de Jesus como os discípulos e preferem se entregar a ideologias e aos muitos deuses que a sociedade fabrica.
Fruto da Eucaristia no amor
Reconhecemos que a Eucaristia tem uma força transformante: “Fazei agir em nós o sacramento do vosso amor, e transformai-nos de tal modo pela vossa graça que em tudo possamos agradar-Vos” (Pós comunhão). Não basta receber a Eucaristia. É preciso coerência. Sem isso ela perde o sentido. Não basta por a santa Hóstia na boca, é preciso guardá-la no coração. Paulo, na Carta aos Efésios, orienta a vida dos casais para viver no amor como Cristo Se doa à Igreja e dela recebe a entrega total. Família nasce da Eucaristia, pois não há amor matrimonial que não seja continuação do amor de Cristo. Como Cristo é um com a Igreja, o casal é unidade espiritual e carnal. São espelho do amor de Deus.

20º DOMINGO DO TEMPO COMUM | ANO B- SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE MARIA




PRIMEIRA LEITURA 
(AP 11,19A;12,1.3-6A.10AB


Leitura do Livro do Apocalipse de São João:
19a Abriu-se o Templo de Deus que está no céu e apareceu no Templo a Arca da Aliança. 12,1 Então apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas.
3 Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, cor de fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete coroas. 4 Com a cauda, varria a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher, que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que nascesse. 5 E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o Filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 6a A mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar.
10ab Ouvi então uma voz forte no céu, proclamando: “Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo”.
— Palavra do Senhor!

 Graças a Deus!

SALMO 
(44)

— À vossa direita se encontra a rainha,/ com veste esplendente de ouro de Ofir.
— As filhas de reis vêm ao vosso encontro,/ e à vossa direita se encontra a rainha/ com veste esplendente de ouro de Ofir.
— Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:/ “Esquecei vosso povo e a casa paterna!/ Que o rei se encante com vossa beleza!/ Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor!
— Entre cantos de festa e com grande alegria,/ ingressam, então, no palácio real”.

SEGUNDA LEITURA 
(1COR 15,20-27A)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 20 Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. 21 Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos.
22 Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. 23 Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda.
24 A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai, depois de destruir todo principado e todo poder e força. 25 Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. 26 O último inimigo a ser destruído é a morte. 27a Com efeito, “Deus pôs tudo debaixo de seus pés”.
— Palavra do Senhor.
 Graças a Deus!


EVANGELHO
(LC 1,39-56)

O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naqueles dias, 39 Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40 Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42 Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44 Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
46 Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48 porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49 porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50 e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. 51 Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52 Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53 Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54 Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55 conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. 56 Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.
— Palavra da Salvação.
 Glória a vós, Senhor!

HOMILIA

“Um grande sinal apareceu no céu” 
Gloriosa a rainha
            A Igreja celebra a Assunção de Maria ao Céu para ser um grande sinal. Esta festa é oportunidade para a celebração de tantos nomes de Maria. Nenhum nome esgota sua grandeza, mas todo nome carrega a simplicidade daquela que foi escolhida como Mãe do Filho de Deus. Isabel foi a primeira a chamá-la de Mãe de meu Senhor (nome dado a Deus – Kýrios). Maria reconhece a grandeza do dom: “Todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1,48). Contudo, considera sua condição de ser sempre servidora humilde. Ela sente que tudo foi por obra da pura misericórdia de Deus. Essa misericórdia se estende de geração em geração. A festa da Assunção não celebra só a grandeza de uma rainha, pois ela é Mãe de Jesus, Rei do Universo, mas também a grandeza que está reservada a toda humanidade, como rezamos no prefácio: “Aurora e esplendor da Igreja triunfante ela é consolo e esperança para o povo ainda em caminho”. Ela é a primeira redimida que, gloriosa, dá esperança a todo povo que caminha na alegria da fé. A Assunção de Maria é como o resultado do grande dom de ser Imaculada por ter sido concebida sem pecado e vivido sem pecado. Como tinha o Céu dentro de si, era justo que partilhasse da gloriosa Ascensão do Filho. Não havia necessidade de esperar o fim dos tempos para participar da ressurreição de todos, pois já estava ressuscitada em sua concepção. Ela realiza a promessa de Jesus: “Quem crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6,40).
 Esperança da Humanidade
            O Espírito colocou em seu seio o Filho do Deus Bendito, Jesus, semente da nova humanidade. Redimida pelo sacrifício da Cruz e pela vitória da Ressurreição, o povo de Deus vê nela a realização das promessas. A Humanidade tem esperança pois as portas do Céu estão abertas para todos. Ela é também modelo da caridade humilde. Sobe apressadamente as montanhas da Judéia para ajudar sua prima Isabel. Podemos entender que Isabel representa o Antigo Testamento que gestou a vinda de Cristo. Maria, como parte do povo da antiga aliança corre ao encontro para ajudá-lo a acolher o Messias que ela traz no ventre. O Filho dá o Espírito a João que é o último profeta que veio para preparar para o Senhor um povo perfeito (Oração da missa de S. João Batista). A caridade de Maria se desenvolve no cuidado da jovem Igreja que nasce em Pentecostes. Ela gerou os filhos da Redenção ao pé da Cruz e os gera para o novo povo em Pentecostes. Amar Maria não é uma devoção é uma conseqüência da fé em Jesus que se fez carne em seu seio. É reconhecer que Deus quis habitar entre nós para nos dar sua vida, recebendo nossa vida de Maria que O gerou, por obra do Espírito. O Espírito pode gerar Cristo em nós e já o fez, pois já esteve  em Maria em sua geração carnal.
O dragão perseguiu a Mulher
            Pedimos na oração da missa: “Dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos de sua glória”. Mas a glória tem o preço da cruz. A mulher foi perseguida pelo dragão que queria devorar seu filho assim que nascesse (Ap 12,4). Essa mulher é imagem da Igreja perseguida porque tem como Senhor o Filho da Virgem Maria. O dragão do mal continua a perseguir o Filho. Não podendo contra Cristo, persegue a Igreja porque está gerando Cristo ao mundo. Mas a certeza que temos é que o Senhor Jesus vai “destruir todo o principado e todo poder e força… até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés” (1Cor 15,24-25). A Igreja é perseguida nesse momento da história. É sinal da vitória que terá.
Leituras: Apocalipse 11,19ª;121.3-6ª.10ab; Salmo 44; 1Coríntios 15,20-17ª; Lucas 1,39-56

  1. Celebramos a Assunção com os muitos nomes com que chamamos Maria. Isabel a chama de a Mãe de meu Senhor, isto é, Deus. Maria aceita a gloria, pois é dom de Deus e escolhe ser servidora. Ela vê tudo na misericórdia. Sua grandeza está reservada a toda humanidade. A Assunção é resultado de ser Imaculada, pois já tinha dentro de si o Paraíso.
  2. O Espírito colocou em seu seio o Filho de Deus, semente da nova humanidade que vê nela a realização das promessas. Maria garante que as portas do Céu estão abertas para todos. Sua caridade para com Isabel simboliza Maria que ajuda o Antigo Testamento a acolher o Filho de Deus. Maria está presente na gestação do novo povo de Deus, gerado em Pentecostes. A devoção é uma conseqüência da fé em Jesus.
  3. Pedimos para viver atentos às coisas do alto a fim de participar da glória. Esta tem o preço da cruz. A mulher é perseguida pelo dragão que quer devorar o Filho. É a imagem da Igreja hoje perseguida. Mas tem a certeza que o Senhor dominará o mal. 
                        Mulher a ser amada 
            Amar Maria, a Nossa Senhora de tantos nomes, é imitar a Deus que a escolheu porque a amou; que a preservou de todo mal, porque a amou; que a elevou ao Céu porque a amou. Amar pelo amor que tem a seu dileto Filho que ela gerou como mãe.
            Maria elevada ao Céu é o fruto bendito da ressurreição. Ela foi redimida de todo mal, antes mesmo que Jesus tivesse vindo ao mundo, em previsão aos méritos da Paixão e Ressurreição de Jesus, pois a redenção é para todos os tempos.
            Maria deve ser amada porque é companheira nossa, faz parte de nosso povo e, de nossa parte, serve a Deus com totalidade. Deve ser amada porque foi a primeira redimida a estar no Céu de corpo e alma. Em sua carne glorificada está nossa carne. Ir para Céu é uma possibilidade para todos.
            Maria, que recebeu toda graça de Deus, é humilde e reconhece que foi Deus que lhe fez maravilhas. Mas não deixou de ser gente do povo, cumprindo seus deveres. Por ser mãe do Filho de Deus, não se enche de orgulho. Na humildade vai servir sua prima Isabel no momento difícil de um parto na velhice.
            Ela é a rainha do Céu e da terra por ser a servidora de todos, como foi Jesus. Levando Jesus em seu seio dá a João o Espírito Santo para a missão de preparar os caminhos de seu Filho. E dá-nos participar desta graça, colocando-nos em caminho para servir. Por isso: Ave Maria, cheia de Graça.



Semana Familiar movimenta Capelas da Paróquia, confira a programação.




Dia do Diácono, conheça a história de São Lourenço mártir !

 
 
Lourenço era o primeiro dos sete diáconos a serviço da Igreja de Roma. Devia ter uma boa formação acadêmica, pois, seu cargo era de muita responsabilidade e importância. Depois do Papa Xisto II, era o responsável pela Igreja. Ele era o assistente do Papa nas celebrações e na distribuição da Eucaristia.

Além disto, ele era o único administrador dos bens da Igreja, cuidando das construções dos cemitérios, igrejas e da manutenção das obras assistenciais destinadas ao amparo dos pobres, órfãos, viúvas e doentes.

No ano 257 o imperador romano Valeriano ordenou uma perseguição contra os cristãos: proibiu as reuniões dos cristãos, fechou as catacumbas, exilou os bispos e exigiu respeito aos ritos pagãos. Finalmente ordenou que os bispos e padres fossem todos mortos.

Por causa da perseguição religiosa, o Papa Xisto II foi morto, junto com seis diáconos. Conta a tradição que Lourenço conseguiu conversar com o Papa um pouco antes dele morrer. O Papa teria lhe pedido para que distribuísse aos pobres todos os seus pertences e os da Igreja também, pois temia que caíssem nas mãos do governador.

Lourenço distribuiu riquezas aos pobres e cuidou de esconder os livros e objetos sagrados. Em seguida, reuniu um grupo de cegos, órfãos, mendigos, doentes e os colocou na frente do governador, dizendo: "Pronto, eis aqui os tesouros da Igreja". Irado, o chefe pagão mandou que o amarrassem sobre uma grelha, para ser assado vivo e lentamente. O suplício cruel não desviou Lourenço de sua fé. Lourenço morreu no dia 10 de agosto de 258, rezando pela cidade de Roma.
 
O nome de São Lourenço brilha como astro de primeira grandeza no firmamento da Igreja primitiva. Seu martírio trouxe vida para a Igreja. O testemunho de sua fé no Cristo nos anima a continuar enfrentando as tempestades da vida. Façamos também a nossa parte na construção do reino de Deus.
 
Oração
 
Onipotente Deus, que ao vosso bem aventurado mártir São Lourenço destes forças para triunfar os tormentos, concedei-me que se extingam em mim as chamas do pecado. Reparti comigo vossa coragem para enfrentar os perigos e vossa fé para depositar em Deus vossa vida e vossa alma. Por Cristo, Nosso Senhor, que convosco vive e reina, Amem!
 
 
 
Da pagina do Santuário Nacional.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR