Ministério Publico de Pernambuco concede parecer favoravel no processo de usucapião da Igreja Matriz de Santa Isabel.

17:58 Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres 0 Comments



O Ministério Publico de Pernambuco concedeu o parecer favorável ao processo de usucapião da Igreja Matriz de Santa Isabel movido pela nossa Paróquia. O pedido de ação de usucapião da Igreja Matriz foi feito pelo pároco Pe. Valdemir Jose da Silva no ano de 2010 como representante legal da Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres (requerente) desde então o processo corre nos trâmites da 2ª Vara Cível da Cidade de Paulista. O processo já foi julgado na 1ª estância e a Sr. Juíza de Direito Germana Leonila Souza Ribeiro Pessoa aos 22 de Fevereiro de 2011, à outra parte COMPANHIA DE TECIDOS DE PAULISTA (a quem representa de forma legal a família Lundgren, construtora da Igreja) não demonstrou, de imediato, interesse na causa, desse modo a Paróquia ganhou a causa na 1ª instancia. Após a sentença a CIA DE TECIDOS PAULISTA recorreu da decida e agora o processo “corre” para a segunda estância. N dia 17 de Janeiro de 2014 a Srª. Proc. de Justiça Zulene Santana de Lima Norberto deu o parecer do Ministério Publico do Estado na qual julga que a Companhia contraria os termos recursais, ressaltando que a posse da alegada (Paróquia) é mansa, pacifica e respeitada; finalizando a imprudência da CIA da interposição reclusal.

 

IGREJA SANTA ISABEL

A Igreja Matriz de Santa Isabel Rainha foi construída no ano de 1946 sobre o patrimônio da família Lundgren, o terreno em que se localiza a Igreja foi doado pela matriarca da Familia a Srª Elizabeth Lundgren e os custos financiados pelo seu filho Arthur Frederich Lundgren, presidente da indústria Têxtil na cidade e grande possuidor de terras na cidade. Após a inauguração da Igreja a Familia Lundgren repassa o templo para a administração da Paróquia Nossa senhora dos Prazeres tendo como o administrador o Pe. Norberto Verholvew, naquele ano a doação fora registrada em cartório da cidade. Com o passar dos anos o registro de doação não se encontra no cartório municipal, dessa maneira o templo ainda mantenhe-se como a patrimônio da família Lundgren.

O processo de usucapião ainda levará alguns anos para chegar ao decreto final, mas com o parecer do MPPE ,favorece e muito para que a Paróquia tenha ganho na causa.

 



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